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Um projeto editorial alternativo de livros artesanais, autossustentável, sem fronteiras e ecológica.

Os livros da Editora Alternativa Katarina Kartonera são basicamente feitos à mão, exclusivos, frutos de uma consciência político-social de inclusão, que recicla materiais, como os papelões, recuperando-os ecologicamente e vinculando na produção e comercialização a participação de escritores, catadores e interessados por confecções de livros artesanais.

http://www.facebook.com/katarinakartonera

Oficinas; ensinamos o método para confecções de livros cartoneros, artesanal, com capas de papelão e que por isso mesmo numca se repetem. Igualmente realizamos exposições. Fale conosco! http://katarinakartonera.wikidot.com/contatos

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A Carne do Metrô, de Rodrigo Lopes de Barros , editora Alternativa Katarina Kartonera, é tema de artigo, área da linguística, por Milton Francisco, UFAC - Universidade Federal do Acre

Título: OS PROGRAMAS NARRATIVOS DE “A CARNE DO METRÔ”, CONTO DE RODRIGO LOPES DE BARROS: DO MAIS MENOS AO MAIS MAIS

Resumo

Neste artigo, utilizando a teoria semiótica, fazemos uma leitura do conto “A carne do metrô”, de Rodrigo Lopes de Barros, jovem contista brasileiro. Exploramos especialmente os conceitos de percurso e programa narrativos, actantes, junção, competências modais do sujeito. Também, fazemos uma breve leitura do conto à luz da semiótica tensiva e tecemos considerações sobre o sentido submerso, tratando-o como ironia.

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Vide http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/6555


Livro publicado pela Katarina Kartonera é mencionado em Pequena Biblioteca para crianças: um guia de leitura para pais e professores, em capítulo "Três contos de Kurt Schwitters: o surrealismo e a proximidade com a infância", por Dirce Waltrick do Amarante, editora Iluminuras, SP, 2013.

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Diz autora prefácio, “meu objetivo, aqui, é ampliar e diversificar o universo literário dos adultos, pois são eles que, na maioria das vezes escolhem os livros que as crianças lerão (…). Essa preocupação com repertório de literatura menos óbvia não significa de minha parte dar costas aos autores clássicos, mas me levou destacar neste livro obras hoje menos conhecidas”.

Dirce Waltrick do Amarante é tradutora, ensaísta e professora na Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisadora e escritora de muita qualidade, já finalista prêmio Jabuti, traz agora à tona livros, autores e temas relevantes que foram deixados pelo caminho. Igualmente descobre escritores contemporâneos e atualiza a discussão a cerca da literatura infantojuvenil. Trata-se dum cardápio novo, riquíssimo.

Katarina kartonera agradece e sente-se honrada pelo gesto.

Contos Maravilhosos de Kurt Schwitters e Receitas, de Edward lear, tradução Dirce Waltrick do Amarante, publicações Katarina Kartonera, formaram a bibliografia básica durante a epopeia Oficinas cartoneras edital Biblioteca Nacional / Funarte de circulação literária, 2013.

http://oficinascartoneras.blogspot.com.br/

Fantástico.

Vale a pena!

Desde Florianópolis,

Evandro Rodrigues

Editor responsável Katarina Kartonera

Responsável pelo projeto Oficinas cartonera edital Biblioteca Nacional / Funarte de circulação literária, 2013


FAN, 7º Festival de Arte Negra, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2013, reúne Katarina Kartonera e Eloísa Cartonera.

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Evandro Rodrigues, editor responsável KK, e Washington Cucurto, escritor, criador do "realismo atolondrado" e da editora argentina, "mucho más que llibros".


Cicatrizes: ensaio sobre as línguas africanas faladas no brasil, editora Katarina Kartonera, por Evandro Rodrigues; distribuição anárquica, durante o Festival de Arte Negra (FAN), Belo Horizonte, Minas Gerais, 2013.

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http://fanbh.com.br/


Katarina Kartonera é um projeto editorial de caráter literário, filosófico e artístico, de vanguarda, com um pensamento sem fronteira, autônomo, sem auspício oficial institucional algum, que visa sempre oferecer oficinas para produções de livros artesanais e ecológicos, como fonte alternativa de renda autossustentável, pela democratização do livro e da leitura. A proposta segue basicamente os padrões de outras cartoneras sul-americanas, por exemplo, Eloísa Cartonera (Arg.), Yiyi Jambo (PY), Sarita Cartonera (Peru), e outras tantas que a serviram de inspiração. Katarina se refere ao estado de Santa Catarina (BR); Kartonera é uma referência ao modelo de produção dos livros, feitos artesanalmente a partir dos papelões (cartón ondulado em espanhol), material reciclado com que se faz as capas, e em parceria com os catadores de papelão, cartoneros.

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Esta editora alternativa, Katarina Kartonera, desdobrou-se de uma pesquisa de bacharelado, posteriormente de mestrado, por Evandro Rodrigues, na Universidade Federal de Santa Catarina — UFSC, área de concentração das teorias literárias, e, sobretudo, depois de muitos encontros, desde o final do ano de 2008, entre escritores, intelectuais e artistas da região sul do Brasil. O grupo formado em Santa Catarina, cidade base de Florianópolis, exercendo atividades itinerantes, publica narrativas e literaturas contemporâneas, promovendo oficinas literárias, transformando papelão (lixo) recolhido pelos catadores em objeto de arte: livros com capas pintadas à mão e que por isso mesmo nunca se repetem; esculturas, pinturas e outros objetos, fomentando projetos sociais relacionados à leitura, difundindo literatura latino-americana. Publica desde jovens vanguardistas até escritores consagrados, por exemplo, Sempre, para sempre, lá e cá, de Aurora Bernardini, O Sexo Vegetal, por Sérgio Medeiros e O Gato Peludo e o Rato-de-Sobretudo, de Wilson Bueno. As obras desta editora já fazem parte de importantes acervos, entre outros, do Museu da Infância, de Criciúma, Museu do Mar, em São Francisco do Sul — SC, Casa da Gávea (RJ), Universityof Texas at Austin — USA, University of Wisconsin — Madison — USA, Universidad Vigo (ESP).

A forma básica de divulgação é por exposições, participações em eventos literários, oficinas, e pela internet, mantendo um vínculo de amizade com todos os demais coletivos (não temos números atualizados, mas estima-se hoje aproximadamente mais de 300, e podemos dizer seguramente com milhares de títulos publicados em diversos idiomas), que espalhados pelas Américas, Europa (Alemanha, Espanha, França e Suécia) e agora em Moçambique, na África, propagam e disseminam a proposta.

Katarina kartonera já participou de importantes eventos, entre outros, IV Simpósio Roa Bastos — Imaginários Bélicos (09/10/2009), promoção do núcleo NELOOL — Núcleo de Estudos em Literatura Oralidade e Outras Linguagens, da Universidade Federal de Santa Catarina — UFSC, sob o título Katarina Kartonera e outras perspectivas editoriais, A Arte e as Exceções: O portunhol selvagem e outras propostas contemporâneas, na Casa da Gávea, dias 1 e 2 de setembro, 2009, Rio de Janeiro, da 5ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas e 4ª Flipoços — Festival Literário de Poços de Caldas, entre 24 de abril a 2 de maio de 2010, como organizadora do evento comemorativo Yiyi Jambo completa 3 anos & Katarina Kartonera completa 2 anos, na Casa das Rosas, São Paulo, 1Ra. Feria del Libro Kartonero del Mercosur, dias 8, 9, 10 e 11 de Junho de 2011, no Centro Cultural Manzana de la Rivera, cidade de Assunção, Paraguai, Salão Internacional do Livro, Foz do Iguaçu-PR.


Katarina Kartonera

apoia

Oficinas cartoneras

“Esta obra foi selecionada pela Bolsa Biblioteca Nacional / Funarte de Circulação Literária”

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http://oficinascartoneras.blogspot.com.br/


Trajeto Kartonero, 2011, de Evandro Rodrigues, publicado pela editora Alternativa Katarina Kartonera, Florianópolis ─ SC, é capa da matéria Carteleiras: literatura reciclada, por Reynaldo Damazio, Nossa América, revista do Memorial da América Latina (SP), Nº 46 ─ 3º trimestre, 2012.

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Notícias da UFSC

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Projeto Oficinas Cartoneras ganha bolsa da Biblioteca Nacional

http://noticias.ufsc.br/2013/01/16/projeto-oficinas-cartoneras-ganha-bolsa-da-biblioteca-nacional/

PROJETO LITERÁRIO ECOLÓGICO E AUTOSSUSTENTÁVEL

Oficinas cartoneras é um projeto educativo editorial de caráter literário, filosófico e artístico, de vanguarda, com um pensamento sem fronteira, autônomo, com auspício do MinC, Funarte e Fundação Biblioteca Nacional, que visa oferecer oficinas cartoneras para educadores de redes de ensino de escolas públicas das seguintes cidades, Abelardo Luz e Bom Jesus (SC), Novo Horizinte e Itaeté (BA) e João Pessoa e Mamanguape (PB). O ensino desta técnica consiste na produções de livros artesanais e ecológicos, como fonte alternativa de renda autossustentável, pela democratização do livro e da leitura. A proposta segue basicamente os padrões de organizações cartoneras sul-americanas, por exemplo, Katarina Kartonera. Katarina se refere ao estado de Santa Catarina (BR); Kartonera é uma referência ao modelo de produção dos livros, feitos artesanalmente a partir dos papelões (cartón ondulado em espanhol), material reciclado com que se faz as capas, e em parceria com os catadores de papelão.

O projeto (itinerante) terá duração de seis meses, a contar do início do ano letivo escolar, 2013, estando sob a responsabilidade de Evandro Rodrigues, Mestre em literatura-ufsc e fundador e editor da katarina kartonera.


Abrimos 2013 dando asas ao espírito cartonero. Poesia!

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Deliranjo, por Charles A. Perrone.

(bilíngue português / inglês)

Um pedestre dantesco

o risco de um vivo giro
de volta por estas ruas de fumaça
cruzeiros abruptos de concreto e mechas
por trilhas de poeira, plumas e máquinas ferais
não é menos um pano abrigo pra cobrir perigos
da raiva e da cobiça, a paixão pela satisfação imediata
via crucis de ganho de grupo tiros de lucro de teus erros
perna passada, em pé, de pé, de joelhos, prostrado e liso
no meio do caminho, detenha a longa árida noite da venda
lasciva e ruidosa, grupos crus de nuvens de tinta e ferrugem
para lançar dúvidas sobre tua vida (que é nossa vida)
uma clássica mortalha e agora falante extinto
teus lábios fechados com cera, verniz
e cromo, jazes imóvel debruçado no
pavimento jamais andar
nem subir alturas itálicas
só pra cair tenebroso
inferno algum
eterno distante

(tradução de régis bonvicino, odile cisneros, e o autor)

Dedico isto à memória de Wilson Bueno.

Viva a Kartonera!

Sobre o autor CHARLES A. PERRONE é professor titular de português e de literatura /cultura luso-brasileiras no Departmento de Espanhol e Português da Universidade da Flórida, Gainesville. Seu mais recente livro é Brazil, Lyric, and the Americas (Florida, 2010). É tradutor de ficção e poesia brasileiras. Sua vida secreta como poeta publicado abrange Nova York, Texas, Chicago, México, Califórnia, o Brasil e a Internet. Acompanha lidas ecológicas desde os idos dos anos setenta…

Site profissional: http://web.clas.ufl.edu/users/perrone
Blog geral: http://charlesaperrone.blogspot.com, que tem link para o site poético = https://sites.google.com/site/caplandsite
email caseiro: ten.xoc|enorrepac#ten.xoc|enorrepac

Baixa aqui grátis Deliranjo em e-book / pdf http://katarinakartonera.wdfiles.com/local--files/inicial/PerroneKartonera.pdf

catálogo de livros http://katarinakartonera.wikidot.com/livros


O que você sabe por línguas africanas faladas no Brasil?

CICATRIZES: ensaio sobre as línguas africanas no Brasil, por Evandro Rodrigues

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“Kinin Kan nbelódo

irê irêninjê ô irê”. (em nagô-iorubá)

Tradução: O que está na fonte é bom e para bom efeito.

Baixa aqui http://katarinakartonera.wdfiles.com/local--files/inicial/cicatrizes.pdf


Katarina Kartonera na XXIII Feira do livro infantil do SESC e XX Feira do livro de Ijuí-RS, 6 a 11 de novembro de 2012.

acompanhe http://www.facebook.com/katarinakartonera

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Crianças compartilham com entusiasmo das oficinas, produzindo livros-arte e ecológicos. O cartonerismo expande cada vez mais. Parabéns para Cephisa Cartonera!

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Festival Amerca - Vincennes (09.12) (48 fotos)

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Receitas, por Edward Lear. Tradução de Dirce Waltrick do Amarante:

"O escritor, pintor e desenhista inglês Edward Lear (1812 -1888), um dos pais da literatura nonsense vitoriana, junto com o também inglês Lewis Carroll, autor de Alice no país das maravilhas, era adepto de pratos “insensatos” e propôs a seus leitores um cardápio nada convencional (…)"

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A tradutora Dirce Waltrick do Amarante nasceu em Florianópolis (SC). É professora do curso de artes cênicas da UFSC, dramaturga, ensaísta e tradutora. Lear, Joyce e Ionesco são alguns dos autores que traduziu para o português.


As metades do corpo, de Ricardo Aleixo, na Katarina Kartonera

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Os grandes não precisam fazer alarde de si. Bons poetas são conhecedores das partes, pois o humano nunca é inteiro, absoluto. Ricardo Aleixo divide-se e agora é outra joia na lista de escritores da Katarina Kartonera

(coleção de literatura contemporânea / livro-arte com capas que não se repetem).

Ricardo Aleixo é poeta, artista visual / sonoro, ensaísta e editor. Publicou, entre outros, os livros Trívio (2001) e Modelos vivos (2010 ─ finalista dos prêmios Portugal Telecom e Jabuti (2011). Edita a revista Roda ─ Arte e Cultura do Atlântico Negro e a Coleção Elixir. Concentra seus projetos de criação e pesquisa no LIRA / Laboratório Interartes Ricardo Aleixo, na periferia de Belo Horizonte, cidade onde nasceu em 1960.


KK: “Essa parte é grátis”. Anúncios, por Adolfo Montejo Navas.

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Adolfo Montejo Navas traz para os leitores da Katarina Kartonera, como este vaga-lume, Anúncios, edição bilíngue (português/español), tradução Ronald Polito, poema encarnado de “uma nova luz” para a vida, usando “o vocativo para sair já rasurando fora do originário”. Para aqueles que não vivem mais de ilusões, mas com os pés na superfície, porque “a vida é melhor aqui”, mesmo que seja sob ou sobre a corda bamba, imaginária ou não. Concordardando ou não, o importante mesmo é usar da palavra que precisa ser anunciada e enunciada. Navas é homem experiente nas letras, madrilenho que mora no Brasil há 20 anos. É poeta, tradutor, crítico e curador independente.

Anúncios, originalmente escrito em espanhol, em 2006, era livro inédito até agora, e que faz parte do conjunto Sem título mas com ímã e outros poemas. A sua obra poética e aforística está reunida em: 30 Duetos, em Poemas-Cadernos de Literatura 3, com Armando Freitas Filho (Impressões do Brasil, Rio, 1996), Inscripciones (Coda, Madri, 1999), Íntimo infinito (Moby Dick, Rio, 2001), Pedras pensadas (Ateliê, São Paulo, 2002), Na linha do horizonte/Conjuros (7 Letras, Rio, 2003), 49 silêncios (ed. do autor, com Dupla Design, Rio, 2004), 6 Poemas instrumentais (Ed. objeto, Rio, 2005), Da Hipocondria (aforismos e fragmentos) (7 Letras, Rio, 2005), Esse animal de água (Espectro Editorial, Belo Horizonte 2005), Sem título mas com ímã (RevistAtlántica, Cádiz, 2006; Espectro Editorial, São Paulo & Juiz de Fora, 2008), Ventreadentro (com Diana Araujo Pereira, Ed. do autor, Rio, 2006) e Sobre tempo (Calendário com Dupla Design, Rio, 2007) No prelo encontra-se Sinais (Demônio Negro, São Paulo, 2012) e em breve, Sem título mas com ímã e outros poemas (Ateliê, São Paulo).
Como tradutor destacam-se as edições: Poemas de Álvaro de Campos/Fernando Pessoa, I, II e III (Hiperión, Madri, 1998) e Correspondencia Celeste (Nueva Poesía Brasileña 1960-2000) (Árdora, Madri, 2001), além de diversos livros de Armando Feitas Filho (Cabeza de hombre, Hiperión, 1995, Toma de tierra, DVD, Barcelona, 2002), Sebastião Uchoa Leite (Contratextos, DVD, 2001), Carlos Drummond de Andrade (Sentimiento del tiempo, Hiperión, 2005), e em breve Waly Salomão (Algarabías y otros poemas).


Continua… http://katarinakartonera.wikidot.com/eventos


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